
O município de Rio Formoso, no litoral sul de Pernambuco, guarda muitas belezas. A Igreja Matriz de São José foi construída no século XVII, assim como o prédio que hoje abriga o museu da cidade. Mas a cidade também é cheia de lendas que ainda são contadas pelos moradores.
Uma delas acontece na Estrada do Siqueira. De acordo com a crença popular, há uma pedra, do Rei Midas, que seria capaz de engolir as pessoas. O rosto esculpido na rocha seria do próprio Rei Midas. Diz a lenda que todos os dias, à meia-noite, a pedra se abre.
“Uns dizem que tem baú de tesouro, outros dizem que tem mulheres despidas aí dentro. Por curiosidade eles entram e quando entram a pedra se fecha e eles ficam lá, perdidos eternamente”, conta o estudante Dhiego Henrique da Silva. Com medo, muita gente deixa de passar no local depois que escurece. “Depois das seis horas, ninguém passa por aqui por conta do medo”, diz Dhiego.
Seguindo pela estrada do Siqueira, são cinco quilômetros até o rio formoso, local que tem mais uma história. Um mistério cerca a Pedra de Inês, nome da dona de uma casa que teria sido derrubada pelo rio.
“Esta pedra ficava no quintal da casa de dona Inês. Em cima dela, ela costumava fazer rendas e bordados, mas com o avanço do mar ela foi obrigada a sair do local por conta que não dava mais pra ela ficar em sua residência. E ao sair daqui ela disse que no dia em que esta pedra fosse coberta pela água, Rio Formoso se acabaria em águas”, conta a estudante Fernanda Maria Lacerda da Silva. Desde a profecia de dona Inês, já aconteceram grandes enchentes em rio formoso, mas em nenhuma delas a pedra foi coberta pela água.
ENCANTOS
Além de mistérios, Rio Formoso também tem outros encantos. Muitos pensam que a cidade se chama Rio Formoso por causa do rio que tem o mesmo nome, mas a história é outra. “Na verdade, o rio se chamava Iobuguassu, que na lingua tupi se chamava ‘grande rio verde’. Mas o nome da cidade realmente foi por conta do engenho se chamar Rio Formoso”, explica a estudante Clécia Rafaela de Santana.
O rio tem algumas praias, a mais famosa é a do reduto, que é conhecida assim por causa de uma batalha que aconteceu entre holandeses e portugueses em 1633. As raízes das árvores formam uma espécie de escada - a subida cansa, mas vale a pena pela vista. Dá pra ver a Praia dos Carneiros e a Praia de Guadalupe. O forte lembra que a batalha aconteceu no local: foram 600 holandeses contra 20 portugueses. Além disso, o rio é considerado parque ecológico.
COZINHA
Em uma casa simples, no centro de rio formoso, vive dona Maria do Siri, famosa pelas receitas e pela delicadeza - conhecida por aqui como “seu Lunga de saias”. Ela se orgulha em contar que muita gente procura suas receitas. “Vem gente do mundo inteiro, São Paulo, Rio de Janeiro, Alemanha, Brasília, Sertão, Recife, Ipojuca, Sirinhaém”, conta a cozinheira.
O prato mais pedido é o Fungi de Mandioca: basta bater no liquidificador massa de mandioca, água e sal. Depois é só levar ao fogo. “Deixa por 20 minutos, mexendo sem parar”, ensina dona Maria. Ela serve o Fungi com peixe ou ostras.
Dona Maria do Siri diz que aprendeu a cozinhar com a avó, quando ainda era criança. “A minha avó fazia só. A gente sentava tudo sentado no canto, mas a gente observava tudo o que ela estava fazendo”, lembra.
Uma delas acontece na Estrada do Siqueira. De acordo com a crença popular, há uma pedra, do Rei Midas, que seria capaz de engolir as pessoas. O rosto esculpido na rocha seria do próprio Rei Midas. Diz a lenda que todos os dias, à meia-noite, a pedra se abre.
“Uns dizem que tem baú de tesouro, outros dizem que tem mulheres despidas aí dentro. Por curiosidade eles entram e quando entram a pedra se fecha e eles ficam lá, perdidos eternamente”, conta o estudante Dhiego Henrique da Silva. Com medo, muita gente deixa de passar no local depois que escurece. “Depois das seis horas, ninguém passa por aqui por conta do medo”, diz Dhiego.
Seguindo pela estrada do Siqueira, são cinco quilômetros até o rio formoso, local que tem mais uma história. Um mistério cerca a Pedra de Inês, nome da dona de uma casa que teria sido derrubada pelo rio.
“Esta pedra ficava no quintal da casa de dona Inês. Em cima dela, ela costumava fazer rendas e bordados, mas com o avanço do mar ela foi obrigada a sair do local por conta que não dava mais pra ela ficar em sua residência. E ao sair daqui ela disse que no dia em que esta pedra fosse coberta pela água, Rio Formoso se acabaria em águas”, conta a estudante Fernanda Maria Lacerda da Silva. Desde a profecia de dona Inês, já aconteceram grandes enchentes em rio formoso, mas em nenhuma delas a pedra foi coberta pela água.
ENCANTOS
Além de mistérios, Rio Formoso também tem outros encantos. Muitos pensam que a cidade se chama Rio Formoso por causa do rio que tem o mesmo nome, mas a história é outra. “Na verdade, o rio se chamava Iobuguassu, que na lingua tupi se chamava ‘grande rio verde’. Mas o nome da cidade realmente foi por conta do engenho se chamar Rio Formoso”, explica a estudante Clécia Rafaela de Santana.
O rio tem algumas praias, a mais famosa é a do reduto, que é conhecida assim por causa de uma batalha que aconteceu entre holandeses e portugueses em 1633. As raízes das árvores formam uma espécie de escada - a subida cansa, mas vale a pena pela vista. Dá pra ver a Praia dos Carneiros e a Praia de Guadalupe. O forte lembra que a batalha aconteceu no local: foram 600 holandeses contra 20 portugueses. Além disso, o rio é considerado parque ecológico.
COZINHA
Em uma casa simples, no centro de rio formoso, vive dona Maria do Siri, famosa pelas receitas e pela delicadeza - conhecida por aqui como “seu Lunga de saias”. Ela se orgulha em contar que muita gente procura suas receitas. “Vem gente do mundo inteiro, São Paulo, Rio de Janeiro, Alemanha, Brasília, Sertão, Recife, Ipojuca, Sirinhaém”, conta a cozinheira.
O prato mais pedido é o Fungi de Mandioca: basta bater no liquidificador massa de mandioca, água e sal. Depois é só levar ao fogo. “Deixa por 20 minutos, mexendo sem parar”, ensina dona Maria. Ela serve o Fungi com peixe ou ostras.
Dona Maria do Siri diz que aprendeu a cozinhar com a avó, quando ainda era criança. “A minha avó fazia só. A gente sentava tudo sentado no canto, mas a gente observava tudo o que ela estava fazendo”, lembra.
